04/06/2013

Corte brasileira sob licença poética.

Me perdoem os do bem. Mas o respeito que sinto pelos políticos brasileiros é exatamente o mesmo que tenho dos ácaros que se hospedam nas carapaças da baratas. 
Não me importaria se um dia acordasse cedo e lesse pelos jornais que uma súbita epidemia de um vírus absolutamente desconhecido, tivesse atacado os desonestos durante a madrugada.  
Que tivesse entrado pelos ânus desses mal-feitores através do papel higiênico que utilizam em abundância, provocando danos irrecuperáveis em seus corpos, de tal forma que os olhos de cada um deles tivesse explodido no ar. 
E ainda, para não deixar vestígios maléficos sobre a face da terra, cada corpo, antes mesmo de apodrecer, fosse transformado em cinzas escuras e essas, como mágica divina, fossem carregadas pelo vento até uma única vala. Uma que desse acesso ao núcleo do planeta e num movimento tectônico essa vala fosse definitivamente lacrada e nela nascendo uma única flor, uma de plástico de cor lilás. 
O duro é pensar que se isso acontecesse eu carregaria para o resto da vida um sentimento de culpa. Afinal eles também eram filhos de Deus e como disse Jesus, amai-vos uns aos outros como a ti mesmo. 
Essa máxima colocou essas pessoas em tais postos ou foi a nossa idiotice que permitiu tal feito?
Deus que me perdoe.
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