17/05/2013

Governabilidade

Palavrão de quinze letras e sete sílabas cujo sentido sugere atos falhos justificados pelo decorrente benefício destinado a uma maioria.

Não há limites para a megalomania da classe política que emprega o novo palavrão intensamente e descaradamente (outro palavrão), mais propriamente por aqueles que um dia se apresentaram como redentores. 

A palavra inspira ideia de coisa que não deveria ser feita e explica o "dizer uma coisa e fazer outra" como assistimos passivamente todos os dias.

Com isso a classe e seu jargão lembram, de certa forma, um antigo ditado  "façam o que eu mando, mas não façam o que eu faço". Caso contrário você será taxado como um intolerante, talvez, pelos que mais a utilizam - um golpista e reacionário. Tudo de uma vez.

Muito mais moderno que o iPhone com pacote de dados e o iPad de última versão é aceitar esse palavrão como modelo de democracia.

Portanto, por deboche, crio outro palavrão, mais incoerente e sem sentido ainda: INGOVERNABILIDADEPARADOXAL.
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