16/02/2015

A triste história de Docimar Aparecida

DOCIMAR SE REELEGEU 
Arte Latina - MAL - Foto do blogueiro
Nem pela a hipótese mais absurda se imaginaria que Docimar pra vida pública partiria. 
Por influência de Luis, amigo de Zebedeu, o posto máximo ela escolheu de um lugar que fica a sudoeste do Corumbá, quase na divisa com o lado de lá. 
E nem de longe se pensaria que eleita ela seria. E olhe que foi na concordância da maioria. Ninguém questionaria. 
Deixou o frentismo do posto de gasolina do tio, o mangueirão do beira-rio e ao partidão ela aderiu, sim, aquele que o amigo também seguiu. 
Candidata, escolhida pela ficha lida e com o dinheiro de vocês, boa a campanha ela fez:  prometeu, prometeu e se elegeu. 
Pois assim se deu, Docimar Aparecida, totalmente convencida pra prefeita se elegeu. 
Mas depois do pleito ela tremeu com aquilo que se deu, por fim, não deu. 
Para o povo que a elegeu sua mãe não entendeu onde se meteu. De beata foi pra vida, sem entender o quê e o por quê que se deu. 
Até os mais chegados não suportaram o surto,  os que ficaram só foi pra tomar o furto. 
Docimar aprendeu, tão logo amadureceu. 
Manipulou, articulou, cumprimentou e se aliou, mas não surtou. 
E a democracia outra vez se deu e Docimar se reelegeu. Por questão de tempo, o povo esqueceu e com ela se envolveu. 
Não com mesmos números, mas com o suficiente. A regra no lugar a sudoeste do Corumbá era doente. 
Coisa demente de gente que mente a democracia que elege indecente. 
Docimar Aparecida de Nogueira da Escola de Samba é Porta-Bandeira. 
Ela que não marque bobeira. 
Se fosse homem teria virado lobisomem.


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