25/03/2017

Oficina do Brechó 5

Entre os trabalhos de março mostro este que quando chegou na Oficina estava meio carentezinho, tristonho que dava dó. 
Com carinho e alguma destreza que ando desenvolvendo ele se transformou num móvel cheio de pompa e quis logo ir para o Brechó para ser vendido. Saiu da oficina todo orgulhoso, tinha que ver!
















24/02/2017

Dia de Pescaria

Imagem - Do blogueiro
Dia diferente hoje, dia de pescaria. Pegamos, minha mulher e eu, quase 23 quilos de tilápia.
Parece história de pescador. Se fosse ela contando poderia ser, pois quem pesca mesmo é a própria, coisa de família. Mas quem conta a história aqui sou eu que mal sabe abrir uma lata de sardinha e os quase 23 quilos de peixe é a mais pura verdade. E vamos considerar que dos vinte e três quilos, quatro e meio fui eu quem pescou, equivalente a seis peixes. Acredite se quiser!
A manhã de hoje foi de pouco sol e com muitas nuvens, mas o calor foi substituindo o ar fresquinho da manhã para assumir ares de um dia ensolarado. 
O local? Brotas, Pesqueiro Parisi que fica incrustado numa fazenda onde se criam abelhas para a comercialização de um mel muito gostoso. É um lugar lindo e bom pra descansar. 
Ah! Em Brotas tem carnaval de rua, a folia por aqui é grande. Tem desfile de Escolas de Samba da região e uma quantidade significativa de Blocos. Muito legal, sai todo mundo pra rua e a festa atravessa a madrugada. 
A pescaria foi para iniciar as férias de onze dias. Ufa!

19/02/2017

Oficina do Brechó 4

UMA DAS ENCOMENDAS NO MÊS DE FEVEREIRO: Uma escrivaninha. 
E deu certo, a cliente ficou satisfeita e eu aprendendo. Ufa!
















 
Valeu!!!

De volta ao meu tempo

FIM DO HORÁRIO DE VERÃO 
Imagem Google
Fim do horário de verão e a vida volta ao normal, até mesmo antes do carnaval. Pelo menos pra mim.  
Me sinto confuso nesses meses com horário alterado, o ponteiro (analógico) é adiantado um risquinho pra frente e depois volta para o lugar de onde nunca deveria ter saído. 
Que coisa doida isso de mexer com tempo, meus neurônios que são lentos por natureza demoram para compreender essa condição, eles ficam zonzos, como bêbados dançando no cérebro: são dois pra lá, dois pra cá e eu e definitivamente não gosto dessa música.  
Nunca gostei do horário de verão, nem mesmo do próprio e aclamado verão, no calorzão me sinto mal. Fora estar numa piscina, ou na praia ou numa lagoa debaixo de uma cachoeira de águas geladinhas, o verão pra mim é uma coisa insuportável. Do capeta mesmo.A gente soa o tempo todo, falta ar nos pulmões, o mundo fica mais sujo, empoeirado, as malditas baratas que vêm de todo canto, um cansaço, uma preguiça e ainda por cima a impressão de que o dia acaba com uma hora a menos nos deixando coisas pra serem feitas somente no dia seguinte. 
Me lembro que quando jovem, lá casa eu despertava com os berros de minha mãe que parecia usar um trombone de vara para me acordar: olha a hora, Romeuzinho, você vai se atrasar de novo! Vão te mandar embora! Levanta!Despertar com dez milhões de decibéis não era nada fácil, tortura chinesa pura. Tristes lembranças.
A justificativa que nos dão para o horário de verão em alguns estados do Brasil é a economia de energia elétrica gerada no período. Não sei de quanto é essa economia, mas deve ser bem significativa pra justificar tamanha confusão. 
Ainda bem que mais um se foi. O próximo, só no final de outubro e até lá tenho quase oito meses para viver normalmente dentro do meu próprio tempo. 
Calma, pra que a pressa, meu camarada? Logo logo vem o friozinho gostoso.

Em tempo: e por falar em tempo a Oficina do Brechó vai bem, aliás, muito bem! Bastante serviço e produção de alguns móveis. Esta minha nova vida está demais! Viva!!! 



16/01/2017

Bem cedo, todos os dias.

Rapaz, não sei o que está acontecendo, de uns tempos para cá dei de acordar e me levantar muito cedo. Três, três e pouco da manhã eu desperto. Olho para o relógio: ainda é cedo demais, não vou sair da cama. Sacanagem. Me viro para o outro lado, me cubro e descubro, rolo pra cá, rolo pra lá, três e pouco, três e meia, quinze para as quatro. Cacete, quase quatro da manhã já. Já? Ainda é cedo, pô! Para com isso!
Quatro e pouco e o sentimento de culpa agora diminui, me levanto com cuidado para não acordar com quem durmo há 40 anos e que parece curtir nessas horas o oitavo sono.
Dez minutos depois estou tomando o primeiro cafezinho com leite ouvindo a respiração fluir mais leve pelos pulmões de ex fumante. Ouço também meus passos arrastados na cerâmica do chão.Sinto na pele pouco coberta a brisa da manhã entrando pelo vitro da cozinha que acabo de abrir com cuidado para não acordar a vizinhança, preciso arrumar esse troço. O café estimulante me lembra sempre do cheiro do papel de jornal, este que não passa mais em casa, há anos que não assino nada impresso, a internet substituiu tudo. Até mesmo alguns livros se tornaram virtuais, me rendi à preguiça tecnológica.Agora no verão com horário personalizado, seis e pouquinho os primeiros raios do sol entram pela janela indicando que o dia se inicia e cá me pego prontinho pra começar. Agora marceneiro (?)
When I'm sixty three chegou e o four de quando eu tinha 18 logo logo chega, em 18, em 12 do 1.
Good morning, good morning, Rita.

Imagem: Google

13/01/2017

Oficina do Brechó 3

CASA CHEIA 
A oficina está lotada, tem muitos móveis no restauro para  depois seguirem "novinhos" para o Brechó. 
Ontem, 12 desembarcaram o guarda-roupa, uma cama de casal de molas, das antigas, um aparador, baú de vime, gabinete tipo camiseira, um criado-mudo e mais algumas coisas. 
Preciso liberar tudo isso o quanto antes.Vamos em frente, cheio de serviço, oba!!! 
A mesinha de centro - primeira foto é produção made in mim em curso.





Bom final de semana. 

11/01/2017

Oficina do Brechó 2

MADE IN MIM 
Saiu o primeiro projeto de 2017. Nesta terça, 10 foi para o Brechó o Móvel multi uso de nossa fabricação. Trata-se de um guarda coisas: alimentos, roupas, produtos de banheiro, sapatos, enfim, a utilização fica por conta do usuário. 
Peguei a ideia do Pinterest.com e fiz algumas adaptações. Essa versão é invernizada e as janelas estão com tela plástica cinza para lembrar o aramado visto na página. 
Outras versões, pintadas, por exemplo, podem ser feitas e até mesmo com alterações nas medidas. O cliente é quem decide. Esta tem 1,15m de altura e 43cm de largura. Ah, se preferirem com o aramado também rola.
O preço é baixinho baixinho, verifique direto na Loja lá em Piracaia. 

Teve boa aceitação logo no seu primeiro dia de loja, Jóia!!!
Etapas na montagem:



Fotos do blogueiro aprendiz de marceneiro 

08/01/2017

Oficina do Brechó

Oficina tomando forma. Orçamentos pingando de forma estimulante. Os restauros feitos em 2016 para o Brechó nos levou a acreditar na possibilidade da nova atividade. Foram muitas reformas, restauros e até mesmo criações de peças e boa parte com excelentes resultados. Teve gente que aplaudiu. 
Assim, meio que sem querer querendo, com olhar amador, mas com o quê profissional a hora chegou.   
É surpreendente a reviravolta. Acreditando de verdade que tudo de desgostoso ficou para trás.
Agora, bola é pra frente, no foco!

21/12/2016

ANO INDO

Ando indo sorrindo no ano indo.
É gostoso brincar com o som das palavras. 
Tá quase no fim (hoje) este 16. Outro virá na sequência, o 17. Espero que este não me espete e seja melhor pra todo mundo.
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01/12/2016

Pensamento

Está difícil viver neste mundão velho sem porteira, para mim, por aqui quase nada faz sentido.
Destaco o meu país varonil. Ele tem o dom e o domínio da preservação do estado da bagunça eterna, não se acerta nem para as coisas pequenas. 
Claro, preservando as excessões, nem sei mais quem tem razão nisso tudo e muito menos se existe alguma razão aqui, parece que tudo vem do coração. 
Fico perplexo vendo pessoas inteligentes defendendo pessoas, para mim, totalmente do mal ou quase isso. Religiões, classe política, esportes, na música. Fico chateado com a forma de nos comportarmos quando defendemos ideias - com ironias, menosprezo aos outros, rancores, frustrações latentes, (não me excluo) e, naturalmente, nesse cenário complexo, algumas amizades que foram garimpadas com esforço ao longo da vida vão se desfazendo, sem darmos atenção para isso e por conta ficamos mais tristes por não enxergarmos uma saída na prática, sem rodeios.
Acho que vivemos no extremo dos extremos, quase alcançando o início da ponta inversa  e que nos empurra, pela sobrevivência e preservação da alto estima, para um perfil de pessoas bem definidas e absolutamente transparentes. Ou o sujeito é isso ou ele é aquilo e ponto final.
Não sabemos ser bem definidos e nem, muito menos, transparentes,  
Uma ideia me bateu outro dia, a criação de um mundo onde pessoas possam viver em harmonia dividindo opinões diferentes sem se sentirem agredidas pela existência de uma contra-mão de sua lógica universal.
Pensei num nome para este lugar, provisório ainda, mas que me pareceu bem legal, Romeutópolis.  Em homenagem ao meu pai, um sujeito que quando vivo, vivia de bem em todos os lugares ao mesmo tempo, sem se importar em ser mais que os outros. 
Por enquanto deixo os meus abraços para os que insistem em continuar desfrutando do lenga-lenga e do disse-me-disse daqui, que curtem agredirem-se uns aos outros pela se alto afirmação e conforto da alma que o seus deuses lhes deram. 
Contudo, deixo o convite em pé para quem por ventura, decida mudar de ideia e seguir para Romeutópolis.
Até!